Era uma vez, em uma pequena vila, um grupo de amigos que viviam em harmonia, respeitando as tradições e os dias sagrados. O sábado é um dia especial, um dia de descanso (segundo os mandamentos Êxodo 20:8) e reflexão, como um abraço caloroso de Deus. Eles se reuniam na igreja, cantavam hinos e liam a palavra, sentindo a presença divina.
Quando o sol se punha no sábado, eles se despediam com um sorriso, sabendo que o domingo é o começo de uma nova semana.
Um dos amigos, curioso, perguntou: “Por que o sábado é sagrado e o domingo é diferente?” Um sábio ancião respondeu: “O sábado é um sinal de Deus (Ez 20:12 e 20), um tempo para nos conectar com o divino. O sábado é um dia de cesar trabalho, e um tempo para compartilhar o amor e a alegria com o mundo.”
E assim, os amigos continuaram a viver em harmonia, respeitando o sábado e celebrando o santo dia do Senhor, sabendo que cada dia de sábado é um presente de Deus.
“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar… Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. – Êxodo 20:8-11
Investimento de R$ 2 milhões prevê remanejamento e setorização da rede, com início neste mês
A Sabesp vai realizar obras de remanejamento e setorização do Sistema de Distribuição de Água na região central do município de Santa Maria da Serra. As intervenções estão programadas para começar nesta semana, e integram o plano de modernização da infraestrutura de abastecimento e reforçam o compromisso com a melhoria contínua dos serviços prestados à população.
Com investimento estimado em R$ 2 milhões, as obras contemplam a implantação de aproximadamente 9 quilômetros de novas tubulações. A previsão é que os trabalhos sejam concluídos ainda neste ano.
O projeto prevê a substituição da rede de distribuição de água por meio da setorização, estratégia que permite maior controle operacional do sistema, redução de perdas e mais agilidade na identificação e correção de eventuais ocorrências. A iniciativa também amplia a segurança do abastecimento e contribui para a melhoria da qualidade da água distribuída.
O projeto inclui a substituição de redes antigas por tubulações em PEAD (Polietileno de Alta Densidade), material mais moderno e com alta resistência.
Além de oferecer maior durabilidade, o material proporciona melhor desempenho em redes pressurizadas, suporta impactos e variações térmicas e mantém as condições hidráulicas ao longo do tempo, contribuindo para um sistema mais eficiente e sustentável.
As obras serão executadas com soluções técnicas modernas, priorizando eficiência operacional, segurança do sistema e a minimização de impactos urbanos durante a execução. Os trabalhos terão início com a execução nas seguintes vias: Rua Carlos Gomes, Rua Oswaldo Cruz, Rua Vinte e Dois de Fevereiro, com interdição de meia faixa.
Com mais este investimento, a Sabesp, em parceria com a Prefeitura Municipal de Santa Maria da Serra, fortalece o sistema de abastecimento de Santa Maria da Serra, promovendo ganhos estruturais, maior confiabilidade operacional e melhoria contínua na prestação dos serviços à comunidade.
O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) ingressou com uma Ação Civil Pública por Improbidade Administrativa contra o prefeito de Charqueada, Rodrigo de Arruda, alegando que ele cometeu atos que violam os princípios da Administração Pública, causaram prejuízo ao erário e configuraram abuso de poder. A ação foi proposta pela Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social de Piracicaba.
Motivos da denúncia
De acordo com o MPSP, a origem das acusações está em uma série de condutas adotadas pelo chefe do Executivo municipal que, segundo o órgão, extrapolaram suas funções legais e teriam beneficiado interesses pessoais e causado prejuízo financeiro ao município. Entre as irregularidades apontadas, destacam-se:
Tentativa de interferência em um processo judicial envolvendo imóvel: Após a arrematação de um imóvel em leilão pela irmã do prefeito ter sido anulada por decisão judicial, a Prefeitura teria editado um decreto declarando o mesmo imóvel como de utilidade pública, com o aparente objetivo de promover sua desapropriação. O Ministério Público sustenta que essa medida foi tomada sem a devida base técnica ou justificativa legal — algo que pode caracterizar favorecimento indevido e uso da máquina pública para fins particulares. Posteriormente, o decreto foi revogado e o processo de desapropriação foi abandonado, mas o episódio resultou em custos à administração municipal, estimados em torno de R$ 30,2 mil em custas e honorários judiciais, considerados pelo MP como prejuízo ao erário.
Ações de fiscalização e punições consideradas retaliações: A ação também menciona a interdição sumária de uma propriedade rural pertencente a um dos denunciantes na investigação, além de autuações e multas aplicadas pelo município. Para o MP, tais medidas sugerem um padrão de “retaliação” ou perseguição a opositores e a quem questionou a gestão municipal.
Acusações legais
Na ação, o MPSP acusa o prefeito de violar diversos princípios fundamentais da administração pública, como os da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Por isso, além de pedir o reconhecimento da improbidade, o Ministério Público solicitou que sejam aplicadas ao gestor as sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992), que incluem:
Perda da função pública;
Suspensão dos direitos políticos;
Multa civil;
Outras penalidades cabíveis conforme os atos praticados.
Próximos passos no processo
A Prefeitura de Charqueada deve ser oficialmente citada para apresentar sua defesa no curso do processo. A partir da citação, a administração municipal e o prefeito terão prazo legal para contestar as alegações do Ministério Público e apresentar sua versão dos fatos.
Contexto mais amplo
Casos de improbidade administrativa são relativamente comuns no Brasil e acontecem quando agentes públicos violam regras legais ou éticas, resultando em prejuízo ao patrimônio público ou uso indevido de função para benefício próprio ou de terceiros. Quando o Ministério Público identifica indícios suficientes, ele pode ajuizar ações civis públicas para responsabilizar o gestor e buscar reparação dos danos causados aos cofres públicos.
O ex-prefeito Ruy Ferreira de Souza, falecido em 2020.
O RIU Palace Hotel, antigo Hotel Divino
Após decisão judicial já transitada em julgado, o município de Anhembi poderá receber cerca de R$ 65 milhões, além da devolução de um imóvel localizado na região central da cidade. O valor é resultado de uma ação movida pelo Ministério Público envolvendo o espólio do ex-prefeito Ruy Ferreira de Souza, já falecido.
A sentença prevê, além do montante milionário, a devolução de um imóvel atualmente utilizado como hotel, situado em área estratégica do município. O valor é considerado expressivo e pode representar praticamente um novo orçamento para a cidade, impactando diretamente as finanças públicas.
Reunião entre vereadores e Executivo
O Jornal Torrinha News apurou que, no dia 20 de janeiro, vereadores se reuniram com o assessor executivo do prefeito Jairo de Góis, Amorim, e com o procurador jurídico do município, Rogério Nogueira. Na ocasião, o Executivo teria afirmado que tomará todas as providências necessárias para garantir que a sentença seja executada o quanto antes.
Os parlamentares destacaram que o recurso será fundamental para “arrumar a casa”, diante da situação financeira considerada alarmante.
Problemas que podem ser resolvidos com o recurso:
Falta de medicamentos
Dificuldades no transporte da saúde
Frota municipal sucateada
Precatórios pendentes
A princípio, a primeira etapa da execução envolve a retomada do hotel, que já está garantido ao município por decisão judicial.
Parte dos bens envolvidos está vinculada ao inventário do ex-prefeito, o que exige medidas jurídicas específicas para assegurar a penhora e garantir o pagamento da dívida.
Morosidade preocupa parlamentares
Apesar de relatarem que o Executivo demonstrou disposição inicial para executar a sentença, vereadores temem a morosidade do processo, já que, passadas semanas da reunião, ainda não houve retorno concreto sobre os primeiros passos.
O fato de o prefeito Jairo de Góis ser esposo de Rafaela de Góis, conhecida como Rafaela do Ruy e herdeira do ex-prefeito, também levanta questionamentos políticos na cidade.
Ainda assim, o Executivo teria garantido que não haverá qualquer interferência familiar no andamento do processo e que os valores efetivamente ingressarão aos cofres públicos.
Câmara promete fiscalização
Diante do cenário, os vereadores reforçaram que continuarão exercendo seu papel fiscalizador, cobrando providências para que a decisão judicial saia do papel.
Para os parlamentares, não basta a sentença existir – é necessário que a execução avance para que os R$ 65 milhões sejam revertidos em benefícios concretos à população de Anhembi.
O vice-prefeito de Anhembi, Tom Macedo (Republicanos), publicou um vídeo nas redes sociais em que fez um forte desabafo sobre sua atuação no governo ao lado do prefeito Jairo de Góis. Na fala, ele afirma que acordos firmados durante a campanha não foram cumpridos e relata episódios que, segundo ele, demonstram falta de respeito e exclusão dentro da atual administração.
Dirigindo-se à população de Anhembi, Piramboia, Capuava e toda a zona rural, Tom afirmou que aceitou o convite para compor a chapa em 2024 mediante um acordo político que lhe garantiria participação ativa na administração pública.
“Como todos sabem, o vice-prefeito não tem função administrativa. Ele só entra com função na ausência do prefeito. Eu aceitei porque existia um combinado”, declarou.
Promessas não cumpridas
Segundo o vice-prefeito, foi divulgado à população que ele seria o responsável direto por Piramboia — o que, segundo ele, não se concretizou.
Tom também relatou que, ainda durante a campanha, já percebia sinais de afastamento. Ele citou questionamentos de munícipes sobre a ausência de seu nome na música de campanha e até diferenças em materiais gráficos, como adesivos.
“Desde aquele momento, muitos já percebiam que eu estava sendo deixado de lado”, afirmou.
Presidência da Câmara e quebra de palavra
Outro ponto abordado foi a eleição da presidência da Câmara Municipal. Tom afirmou que havia firmado apoio ao vereador Daniel Veterinário, mas que o prefeito teria mudado de posição posteriormente para apoiar a sua esposa, a ex-vereadora (cassada recentemente) Rafaela de Góis, a Rafaela do Ruy.
Segundo ele, ao ser chamado para uma conversa, foi informado da mudança de apoio. Tom decidiu manter sua palavra e permanecer neutro.
Viagens e falta de planejamento
O vice-prefeito também criticou a forma como eram organizadas viagens oficiais a São Paulo. De acordo com ele, era avisado de compromissos na madrugada, para sair nas primeiras horas da manhã.
“Pra mim, uma baita falta de respeito”, declarou, dizendo que em determinado momento pediu para não ser mais convocado de última hora.
Ele ainda afirmou que não eram feitos ofícios nessas viagens, e que descobriu que isso não acontecia porque eram feitos em nome da primeira-dama Rafaela posteriormente, o que teria causado estranheza.
Início de mandato conturbado
Tom Macedo afirmou que o início de 2025 foi marcado por dificuldades na transição de governo, com falta de chaves, senhas e organização interna.
Outro ponto de cobrança destacado por ele foi a promessa de auditoria na administração anterior, que, segundo o vice-prefeito, não foi realizada.
“Como seguir daqui pra frente sendo que pegamos em uma situação precária? Não vai fazer nada pra achar um culpado?”, questionou.
Contratos e situação de Piramboia
No vídeo, o vice-prefeito também mencionou contratos que foram amplamente debatidos na campanha, especialmente valores por quilômetro rodados. Segundo ele, houve promessa de revisão e auditoria desses contratos, o que não teria ocorrido.
Tom destacou ainda que Piramboia estaria “abandonada”, contrariando o discurso de campanha de que não haveria subprefeito, mas sim “um prefeito presente”.
Reuniões com vereadores
Segundo o vice-prefeito, ele participou de três reuniões com vereadores — uma no gabinete e duas na Câmara Municipal. Na primeira, afirma que foi avisado apenas meia hora antes do início.
“Fui por respeito aos vereadores, mas cheguei atrasado. Já estava em atendimento e não ia deixar a pessoa para correr até lá.”
Na terceira reunião, realizada na Câmara, vereadores teriam questionado diretamente como ficaria a situação administrativa do vice-prefeito.
Nomeação e suporte negado
Tom relata que, naquele momento, o prefeito afirmou que não faria nomeação imediata sob o argumento de economia. Vereadores teriam ponderado que não haveria aumento de despesas, já que o vice-prefeito não poderia acumular dois salários.
Ainda de acordo com o relato, o presidente da Câmara consultou o assessor parlamentar, que teria afirmado não ver impedimento, pois os gastos permaneceriam os mesmos.
Dias depois, Tom diz que voltou ao gabinete para cobrar uma definição. Segundo ele, ouviu a seguinte resposta:
“Suporte não terá. Se você quiser continuar assim… caso contrário, a população vai ver que você desistiu.”
Para o vice-prefeito, a fala demonstrou falta de respaldo para que pudesse exercer qualquer função administrativa.
Cargos comissionados e promessas não cumpridas
Tom também abordou a questão dos cargos comissionados. Ele afirmou que, em novembro de 2024, foi anunciado que as nomeações seriam feitas por competência técnica, com prazo inicial de três meses para avaliação.
Caso não houvesse desempenho satisfatório, haveria substituição. No entanto, segundo ele, após três meses o prazo foi estendido para seis, depois para um ano, sem mudanças efetivas.
“O maior questionamento no início foi dos professores. Mas novamente, a culpa era do Tom”, declarou.
Segurança, Saúde e compromissos de campanha
O vice-prefeito ainda mencionou promessas nas áreas de segurança e saúde. Segundo ele, foi anunciado que em três meses a saúde estaria organizada, o que, na sua avaliação, não ocorreu.
Ele afirma que demorou a tornar públicas as divergências por respeito a apoiadores que pediam paciência e acreditavam que a situação poderia mudar.
“Muitos falaram: espera, acalma, vai melhorar. Eu aguardei em respeito a essas pessoas.”
“Não é porque eu não quero”
Tom Macedo afirmou que decidiu se posicionar após concluir que precisava dar satisfação à população.
“Muitas coisas eu não estou podendo fazer, não porque eu não quero, mas porque estou impossibilitado.”
Ele também fez um apelo à população de Anhembi, Piramboia, Capuava e zona rural, pedindo que não acreditem em informações que, segundo ele, seriam inverídicas.
“Procurem essas pessoas e peçam para provarem o que estão falando. O que eu estou relatando aqui é exatamente o que aconteceu.”
Clima político
As declarações reforçam o cenário de desgaste interno na gestão liderada pelo prefeito Jairo de Góis. Até o momento, não houve manifestação oficial do Executivo sobre o conteúdo do pronunciamento.
Universalizar o saneamento básico em regiões informais e rurais é meta da empresa para 2029
A Sabesp deu início ao Projeto Brotar, nome do censo de saneamento rural que fará um levantamento de campo dos 371 municípios onde a Companhia atua. A estimativa é que o mapeamento deve abranger mais de 820 mil domicílios, que serão divididos em 20 frentes regionais.
Após o censo, a Sabesp apresentará soluções sob medida para cada região, a fim de otimizar a chegada de água de qualidade e rede de coleta e tratamento de esgoto. O Brotar é executado pela Sabesp, junto com o Laboratório de Informações Estratégicas Agroambientais do Instituto de Economia Agrícola (IEA), desenvolvedor do Programa Rotas Rurais, e pela Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa do Agronegócio (Fundepag).
Antes da desestatização, a Sabesp não atuava em áreas rurais, informais e de extrema vulnerabilidade por questões contratuais. Com a inclusão destas regiões no novo escopo, a Companhia vai criar uma nova infraestrutura para levar água de qualidade e rede de coleta e tratamento de esgoto a áreas rurais.
O censo começa com um formulário, que deverá ser respondido pela população de todas as residências mapeadas, cujas informações são essenciais para direcionar os investimentos e obras necessárias em cada região.
“O censo é essencial para nos ajudar a identificar as necessidades da população rural e, assim, planejarmos soluções adequadas a cada região”, afirma Samanta Souza, diretora de relações institucionais e sustentabilidade da Sabesp. “Um dos desafios da iniciativa é apresentar como os sistemas de água e esgoto podem trazer benefícios diretos e indiretos para a comunidade, incluindo menos doenças, mais qualidade de vida e bem-estar, com as melhorias que a chegada do saneamento traz, com impacto direto na qualidade de vida”, completa.
O saneamento rural teve início em agosto de 2025 e será realizado até julho de 2026, utilizando tecnologia de coleta digital via aplicativo, com planejamento específico por região. Entre os benefícios esperados estão a ampliação do acesso à água potável e à coleta e tratamento de esgoto, a redução de doenças de veiculação hídrica, a valorização das propriedades rurais, além de embasar o planejamento de políticas públicas e fortalecer o desenvolvimento sustentável e a agricultura familiar.
“Em áreas rurais, a grande preocupação é a qualidade da água que chega às casas, e uma boa parcela destas residências já possui alguma solução para receber água em casa. Já a coleta e tratamento de esgoto exigem um detalhamento dos benefícios para o coletivo e para o meio ambiente”, afirma Samanta.
O ponto de partida para o censo rural é o censo do IBGE de 2022, que aponta que 821 mil domicílios vivem nos 371 municípios atendidos pela Sabesp. Após terminar seu mapeamento próprio, a Sabesp disponibilizará os dados e informações coletados para o IBGE e usará esse levantamento para direcionar o instituto e antecipar a sua meta de universalização.
Ao público que tiver dúvidas sobre quando o censo rural chegará em sua residência, pode esclarecer via Whatsapp (11) 91328-0548.