Na manhã do dia 13 de novembro, quinta-feira, os vereadores Thiago Becca, Marquinho Batista e Rafaela do Ruy estiveram na Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo para protocolar o pedido oficial de implantação da Casa da Juventude no município de Anhembi.
A proposta visa oferecer aos jovens da cidade um espaço estruturado para formação profissional, inclusão digital, atividades culturais e esportivas, fortalecendo o protagonismo juvenil e criando novas oportunidades de crescimento e inclusão.
Durante a agenda na capital, os vereadores também protocolaram solicitações de emendas parlamentares junto aos deputados Itamar Borges e Marcolino, reforçando a necessidade de investimentos essenciais para o desenvolvimento de Anhembi.
Além disso, participaram do Seminário de Mobilidade Urbana – Tarifa Zero, onde acompanharam debates sobre soluções e políticas públicas voltadas à melhoria do transporte e ao acesso da população a serviços fundamentais.
“A implantação da Casa da Juventude representa um avanço importante para nossa cidade. Estamos trabalhando com responsabilidade e união para garantir mais oportunidades e um futuro melhor para nossos jovens”, destacaram os vereadores.
A comitiva retorna a Anhembi com expectativa positiva quanto ao andamento dos pedidos e reafirma o compromisso de continuar buscando recursos, projetos e melhorias para toda a população.
Torrinha, Anhembi, Ipeúna, Piracicaba e Ribeirão Bonito integram iniciativa estadual que valoriza o turismo rural e a produção artesanal
Cinco cidades da região — Torrinha, Anhembi, Ipeúna, Piracicaba e Ribeirão Bonito — foram oficialmente incluídas na Rota do Queijo Paulista, projeto do Governo do Estado de São Paulo que valoriza a produção artesanal de queijos e impulsiona o turismo rural no interior paulista.
A iniciativa reúne 77 municípios e mais de 100 propriedades produtoras, conectando produtores, turistas e consumidores em experiências que unem gastronomia, cultura e tradição. As cidades da região fazem parte do eixo “Cuesta, Itaqueri e Tietê”, que engloba localidades com forte vocação rural, belezas naturais e tradição agropecuária.Torrinha
Torrinha
Em Torrinha, a adesão à Rota do Queijo representa o fortalecimento da economia rural e o reconhecimento do trabalho de produtores locais. Com paisagens típicas da Cuesta e crescente interesse pelo turismo de experiência, o município se consolida como destino ideal para quem busca vivenciar o interior paulista de forma autêntica. A cidade vem investindo na valorização de produtos artesanais e na preservação das tradições ligadas ao campo.
Anhembi
Com perfil agropecuário consolidado, Anhembi também integra a rota, destacando-se pela produção familiar e pela hospitalidade típica do interior. O município passa a contar com maior visibilidade para seus produtores e oportunidades de inclusão em roteiros turísticos que incentivam a compra direta de produtos locais, fomentando a geração de renda e o turismo gastronômico.
Ipeúna
Em Ipeúna, a inserção na Rota do Queijo Paulista reforça a tradição rural e o potencial de desenvolvimento sustentável. A cidade, conhecida por suas fazendas e pela beleza natural da Serra de Itaqueri, vê na iniciativa uma oportunidade para unir turismo ecológico e produção artesanal, atraindo visitantes interessados em conhecer o modo tradicional de fabricação dos queijos paulistas.
Piracicaba
Berço de grandes tradições agrícolas e culturais, Piracicaba ganha ainda mais destaque com a nova rota. O município, que já se sobressai na produção agroindustrial e no turismo gastronômico, agora passa a integrar oficialmente um circuito que valoriza o sabor e a história dos queijos artesanais paulistas. A presença de produtores locais na rota reforça a identidade rural que marca a cidade.
Ribeirão Bonito
Já Ribeirão Bonito entra para a Rota do Queijo com o potencial de ampliar suas atividades rurais e fortalecer o turismo de base comunitária. A participação do município no projeto deve incentivar novos empreendedores a investir na produção artesanal, gerando benefícios econômicos e sociais para a população local.
Tradição e desenvolvimento
O projeto Rota do Queijo Paulista é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Agricultura e Abastecimento, a Secretaria de Turismo e Viagens e o Sebrae-SP. Além de promover os produtos típicos do interior, a iniciativa visa criar oportunidades de capacitação, certificação e divulgação para os produtores e empreendedores envolvidos.
Com a participação de Torrinha, Anhembi, Ipeúna, Piracicaba e Ribeirão Bonito, a região se consolida como um dos principais polos de turismo rural e gastronômico do Estado, atraindo visitantes em busca de experiências únicas, saborosas e cheias de tradição.
Municípios participantes
Alta Paulista: Adamantina, Marília, Paraguaçu Paulista, Queiroz e Salto Grande;
Bandeirantes: Boituva, Cabreúva, Campinas, Itu, Itupeva, Jundiaí, Nova Odessa, Porto Feliz e Tatuí;
Cuesta, Itaqueri e Tietê: Anhembi, Bofete, Botucatu, Ibitinga, Ipeúna, Pardinho, Piracicaba, Ribeirão Bonito, Santa Rita do Passa Quatro e Torrinha;
Mantiqueira e Vale do Paraíba: Areias, Caçapava, Cunha, Guaratinguetá, Itaberá, Jacareí, Natividade da Serra, Paraibuna, Pindamonhangaba, Queluz, Redenção da Serra, São Bento do Sapucaí e São Luiz do Paraitinga;
Mogiana Paulista: Cássia dos Coqueiros, Pedregulho, Jaboticabal, Jardinópolis, Santa Cruz da Esperança
Nascentes, Águas e Serras Paulistas: Águas de Lindóia, Amparo, Bragança Paulista, Caconde, Casa Branca, Espírito Santo do Pinhal, Joanópolis, Pedra Bela, Serra Negra, São João da Boa Vista, São José do Rio Pardo e Santa Isabel.
Noroeste Paulista: Alto Alegre, Catanduva, Fernandópolis, Marinópolis, Nova Castilho, Olímpia e Urupês.
Sudoeste Paulista: Avaré, Ibiúna, Itapetininga, Itararé, Pilar do Sul e Sarapuí.
Destinos e experiências queijeiras: Angatuba, Araçatuba, Bauru, Jacareí, Itapira, Lorena, Pariquera-Açu, Pirassununga, Porangaba, São Miguel Arcanjo e São Paulo.
No pequeno vilarejo de pescadores chamado Vila Serena, vivia um homem chamado Elias. Ele era conhecido por ser um exímio construtor de barcos. Nenhuma embarcação feita por suas mãos jamais afundara até que um dia, o seu próprio barco quase o levou ao fundo do mar.
Elias passava por tempos difíceis. Perdera a esposa há alguns anos e, desde então, carregava no coração uma tristeza silenciosa. Por fora, era o mesmo homem forte e gentil; por dentro, um mar revolto.
Certa manhã, ao partir para mais uma pescaria, o mar parecia calmo. Mas à medida que avançava, o barco começou a balançar estranhamente. Elias verificou as velas, o leme, o vento tudo estava certo. Então notou: um pequeno furo na parte interna da embarcação deixava entrar água, pouco a pouco.
Ele tentou ignorar. Pensou: “É só um pouquinho, não vai afundar.” Mas, quanto mais tempo passava, mais o barco se enchia. Elias lutava para escoar a água, até perceber que o perigo não vinha do mar ao redor… vinha de dentro.
Enquanto se esforçava para manter-se à tona, uma frase que sua esposa costumava dizer ecoou em sua mente:
“Elias, a água que afunda o barco não é a de fora… é a de dentro.”
Naquele momento, ele entendeu. Aquele buraco no barco era como a tristeza que ele guardava no coração pequena, silenciosa, mas constante. Enquanto não cuidasse dela, seria sempre arrastado para o fundo.
Elias levou o barco de volta à margem. Consertou o furo com paciência e, mais importante, começou a consertar o que havia dentro de si. Passou a conversar com os amigos, a voltar à igreja, a rir novamente.
Com o tempo, o mar continuou o mesmo com ondas, ventos e tempestades, mas Elias aprendeu que o perigo verdadeiro nunca foi o que vinha de fora. Era o que ele deixava entrar e permanecer dentro.
Desde então, quando alguém reclamava das dificuldades da vida, ele sorria e dizia:
“Lembre-se: a água que afunda o barco, é a de dentro”…
“Abandou-me a mim, fonte de água viva, e para si preferiu cavar cisternas, cisternas defeituosas que não retêm a água.” Jeremias 2:13
Prejuízo à mobilidade dos anhembienses e ao acesso de visitantes coloca o Município de Interesse Turístico em situação vulnerável, repetindo crise de anos atrás.
Foto: Acontece Botucatu.
Anhembi, município reconhecido por sua vocação turística e classificado como Município de Interesse Turístico (MIT), encontra-se novamente sob o risco iminente de perder um serviço essencial: o transporte público intermunicipal. A possibilidade de interrupção da linha operada pela Viação Itaqueri Ltda. causou grande apreensão e mobilizou a Câmara Municipal, temendo-se um cenário de isolamento e prejuízos que já foi vivenciado pela cidade em um passado recente.
A situação atual evoca a crise de anos atrás, quando Anhembi ficou sem o atendimento da então Viação Piracema. Na época, foi necessária uma grande mobilização envolvendo representantes das três cidades — Anhembi, Botucatu e Piracicaba — para garantir a retomada da ligação rodoviária, vital para a economia e a vida social da população. A perda do serviço agora seria um duro golpe, especialmente para as famílias anhembienses que dependem dessas linhas para trabalho, estudo e acesso a serviços em centros maiores.
Requerimento na Câmara cobra providências do Executivo
Diante do risco, os vereadores Marquinhos Batista, Thiago Antonio Ataíde Becca e Rogério Ângelo Winckler apresentaram o REQUERIMENTO nº 97/2025, solicitando informações urgentes ao Poder Executivo Municipal, chefiado pelo Prefeito Jairo de Góis.
O documento manifesta profunda preocupação com a situação da Viação Itaqueri Ltda., responsável pelas linhas que servem Anhembi e o Distrito de Piramboia. O impacto de uma eventual paralisação é considerado gravíssimo, atingindo tanto a mobilidade do cidadão quanto o fundamental setor turístico. O requerimento baseia-se nos artigos 169, inciso I, e 171, inciso VI, do Regimento Interno, e exige que o Prefeito Jairo de Góis preste os seguintes esclarecimentos:
1) Conhecimento Oficial: Se o Município recebeu comunicação formal da Viação Itaqueri Ltda. sobre a possível suspensão das linhas.
2) Parcerias: Se há possibilidade de firmar parceria, termo de cooperação ou subsídio com a Itaqueri ou outras operadoras para garantir a continuidade do serviço.
3) Convênios Anteriores: Se o Executivo manteve algum tipo de parceria, convênio ou subsídio com a empresa em anos anteriores e, em caso afirmativo, solicitam cópia integral dos documentos.
4) Medidas de Contingência: Quais medidas estão sendo estudadas ou adotadas para evitar a interrupção total, considerando a importância turística de Anhembi, a dependência de trabalhadores/familiares, e a inexistência de linha alternativa para Piracicaba (diferente do trajeto para Botucatu).
5) Legalidade de Uso de Veículos Públicos: Se há avaliação jurídica sobre a legalidade de usar veículos municipais (como ônibus ou vans escolares) em rotas que possam concorrer com o serviço concessionado.
6) Alternativas de Mobilidade: Quais alternativas o Município estuda para garantir o direito de mobilidade dos cidadãos, caso a empresa interrompa suas atividades.
7) Informações Pertinentes: Quaisquer outras informações que a administração julgue relevantes sobre o assunto.
A urgência da situação é inegável. Anhembi, na condição de MIT, depende de um fluxo constante de visitantes, e a dificuldade de acesso pode comprometer os investimentos e a própria subsistência do setor. Mais grave ainda é o prejuízo à população local, que não pode ter seu direito de ir e vir negligenciado.
O município e seus representantes agora aguardam a resposta do Prefeito para saber quais medidas concretas serão tomadas para que a história recente não se repita, e Anhembi não perca, mais uma vez, um serviço de transporte que é crucial para sua vida e seu desenvolvimento.
Próximos Passos: Acompanharemos a resposta do Poder Executivo ao Requerimento nº 97/2025 para informar a população sobre as medidas de contingência e negociação.
Na 21ª sessão ordinária, realizada na noite de segunda-feira (10), a Câmara Municipal de Anhembi analisou uma pauta extensa, marcada pela votação de projetos do Executivo, apresentação de indicações de vereadores e aprovação de requerimentos de fiscalização. As respostas do Poder Executivo a indicações e requerimentos anteriores foram apenas registradas em plenário, sem debate prolongado.
Entre os projetos do Executivo, destacaram-se três matérias aprovadas por unanimidade. Foram aprovadas as emendas modificativa e supressiva ao Projeto de Lei nº 26/2025, que cria o Programa de Apoio ao Pequeno Produtor Rural (PROPPR), e o próprio projeto, todos com oito votos favoráveis. Também foi aprovado o Projeto de Lei nº 27/2025, que institui a Brigada de Combate a Incêndios no município.
Pelo Legislativo, o plenário aprovou o Projeto de Lei nº 18/2025, de autoria dos vereadores Ivan Chiquito, Rogerião Winckler, Dany Advogada, Daniel Veterinário, Douglas Mortadela, Marcelo Japonês, Thiago Becca e Marquinhos Batista, que cria o Programa de Auxílio Saúde para os servidores da Câmara.
Outro item aprovado foi o Projeto de Resolução nº 7/2025, da Mesa Diretora, que autoriza a entrega de cestas natalinas aos servidores e estagiários do Legislativo.
Entre as novas indicações, Ivan Chiquito propôs que o Executivo crie o Programa de Auxílio Saúde também para os servidores municipais. Dany Advogada apresentou três sugestões: a instalação de placas de “proibido estacionar” nas imediações das escolas, melhorias na piscina municipal e o cercamento de lixeiras às margens das estradas.
Marcelo Japonês pediu manutenção no giroflex e regularização do seguro das ambulâncias do SAMU. Marquinhos Batista solicitou reparos na rotatória do bairro Morada do Sol para facilitar o tráfego de veículos pesados.
O vereador Thiago Becca apresentou um conjunto de dez indicações voltadas à limpeza, iluminação, segurança e lazer, entre elas a instalação de parquinho no Jardim Ferroviário, a revitalização da quadra da Rua Prefeito Pedro Simões Pires, a implantação de redutores de velocidade no Jardim Cruzeiro e campanhas educativas contra escorpiões.
O plenário também aprovou requerimentos que reforçam o papel fiscalizador da Câmara. Um deles, de autoria conjunta de Ivan Chiquito, Rogerião Winckler, Marquinhos Batista, Daniel Veterinário, Dany Advogada, Douglas Mortadela, Marcelo Japonês e Thiago Becca, convoca o chefe de Serviços de Transportes, Alexandre Portillo, para prestar esclarecimentos sobre a manutenção de máquinas e veículos da frota municipal em sessão extraordinária marcada para 10 de dezembro.
Outro requerimento apresentado por Marquinhos Batista, Rogerião Winckler e Thiago Becca solicitou informações sobre o transporte intermunicipal da Viação Itaqueri. O vereador Marquinhos Batista apresentou, ainda, o Requerimento nº 98/2025, solicitando ao prefeito Jairo de Góis informações detalhadas sobre os serviços prestados por Edgardo Alfredo Bolívar Ramirez, inscrito no CNPJ nº 35.762.138/0001-02, à Administração Municipal. O pedido foi motivado por registros no Portal da Transparência que indicam movimentações financeiras envolvendo o prestador. O parlamentar requer cópias de notas de empenho, liquidação e notas fiscais, além de informações sobre o responsável pela fiscalização dos serviços e o procedimento licitatório que resultou na contratação. Também solicita esclarecimentos sobre eventuais prestações de serviço realizadas por Ramirez em outros exercícios e demais documentos que comprovem a regularidade das contratações.
A próxima sessão ordinária está prevista para o dia 24 de novembro, às 19 horas, no plenário da Câmara Municipal.
Durante décadas, o orçamento municipal foi visto como um documento técnico, restrito às decisões do prefeito e de sua equipe. Os vereadores, ainda que legitimamente eleitos, tinham pouca ou nenhuma influência prática sobre a destinação dos recursos públicos. Essa realidade começou a mudar com a consolidação das emendas impositivas, um instrumento que devolve ao Legislativo a capacidade de indicar onde o dinheiro público deve ser aplicado — e, mais importante, torna essa indicação obrigatória para o Executivo.
Na prática, as emendas impositivas representam um avanço democrático. Elas permitem que o vereador, conhecedor das carências dos bairros e das demandas das comunidades, contribua diretamente na formulação do orçamento. Assim, verbas que antes ficavam presas à lógica centralizada do poder passam a ser distribuídas de forma mais próxima à realidade das pessoas. A iluminação de alguma rua, um campo de futebol revitalizado, um veículo para o transporte de pacientes, a reforma de um centro comunitário — todas essas pequenas ações podem nascer de uma emenda impositiva.
Mas o valor desse instrumento vai além da aplicação de recursos. Ele simboliza um equilíbrio saudável entre os poderes. O Executivo mantém a responsabilidade pela execução e fiscalização, enquanto o Legislativo assume o papel de propor e acompanhar. Essa parceria, quando conduzida com transparência e responsabilidade, resulta em ganhos concretos para a coletividade. A execução equitativa e impessoal das emendas é o antídoto contra o clientelismo e o uso político do orçamento, garantindo que todos os vereadores, e portanto todos os cidadãos, sejam tratados de forma igual.
Em Anhembi (SP), essa prática ganhou contornos modernos e exemplares. O artigo 126 da Lei Orgânica Municipal, atualizado pelas Emendas nº 2 e 3 de 2023, estabelece que as emendas individuais dos vereadores devem ser executadas até o limite de 2% da receita corrente líquida do exercício anterior, sendo metade destinada a ações e serviços públicos de saúde. A lei também determina que a execução seja feita de maneira equitativa e impessoal, conforme os critérios definidos pela legislação federal. É um passo firme rumo à gestão pública mais participativa, transparente e alinhada às prioridades reais da população.
Em suma, as emendas impositivas não são apenas uma ferramenta técnica de orçamento — são um símbolo de maturidade democrática. Quando usadas com ética e planejamento, transformam o papel do vereador em agente direto da melhoria da cidade, fazendo com que o orçamento municipal deixe de ser apenas um documento contábil e se torne, de fato, um instrumento de cidadania.
*Rodrigo Elias Pinto é advogado, com pós-graduação em Direito Público, Gestão Pública, Contabilidade Pública e Responsabilidade Fiscal, Comunicação Eleitoral e Marketing Político, Direito do Consumidor e Direito Civil e Processo Civil. Foi vereador em Anhembi por quatro mandatos e, por duas vezes, presidente da Câmara Municipal.